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maio
09

Na quarta, dia 17 de maio, às 21h, o violonista, guitarrista, compositor e arranjador Daniel Oliva vai levar o repertório do seu álbum de estreia, “Solar” (independente), à casa Tupi or not Tupi, recém-inaugurada na Vila Madalena. O disco aproxima as duas linguagens que, desde a infância, fazem parte do universo sonoro do artista: as canções e a música instrumental. Ingressos a R$ 35.

Nesta noite, Oliva estará acompanhado por Pepe Cisneros (piano e teclado), Sidiel Vieira (contrabaixo), Vitor Cabral (bateria) e Luciana Alves (voz), a mesma equipe que gravou a bolacha, recheada com onze faixas, dez delas autorais. “Busquei sempre construir melodias cantáveis”, diz.

Foto de Gal Oppido

Foto de Gal Oppido

O trabalho se destaca pela unidade e força narrativa que o músico imprime em cada composição. Esses traços se ouvem, por exemplo, na instrumental “Primeiro Vôo”, tanto no tema, executado em duo de guitarra e saxofone, quanto no improviso de guitarra, quando então fica clara sua vocação verbal. E na delicada “Aurora e o Mar”, composição que navega entre a serenidade e a melancolia, entre a canção de ninar, a calmaria e a solidão.

Tocada em trio de guitarra, baixo e bateria, “Aurora” – assim como “Acolhida” – evocam a atmosfera de “Bright Size Life”, célebre disco do consagrado guitarrista Pat Metheny, influência que é possível perceber em outras passagens deste “Solar”. Instrumentais e canções se alternam com naturalidade, intérpretes convidados e músicos se sucedem em diferentes formações, e, também nesse aspecto, o que se escuta é uma narrativa convincente no conjunto da obra.

De todas, “Desfecho em sol” é a composição que mais dialoga com os standards do jazz americano, referência presente na formação do compositor, que estudou na Berklee College of Musica, em Boston. Executado em trio, o tema finaliza o disco em atmosfera meditativa e de expectativa, ao mesmo tempo equilibrando a intensidade da faixa anterior (“Desempate”, com letra e interpretação vibrantes de Bruna Caram) e provocando o ouvinte a refazer o percurso completo do disco – aliás, todo realizado “ao vivo”, com a gravação simultânea dos instrumentos.

“Queríamos que o trabalho adquirisse uma pulsação orgânica e espontânea”, sinaliza Daniel Oliva. Caráter que acabou por transbordar também na própria gravação das canções, como na triste “Nosso Apartamento”, faixa com letra de Dan Nakagawa e gravada em interpretação exuberante de Luciana Alves, valendo logo em seu primeiro take. Interpretada pelo português Antonio Zambujo, “Abraço distante”, com letra do irmão Rafael Oliva, traz solo conciso de violão e serve de exemplo acabado da riqueza emocional que atravessa todo o disco.

O Tupi or not Tupi fica na Rua Fidalga, 360, na Vila Madalena. Informações: (11) 3813.7404 ou pelo site www.tupiormottupi.net

mar
31

No Ateliê Oriente, as novidades são sempre muitas, como essa: os sócios Kitty Paranaguá, Paulo Marcos M. Lima, Ana Dalloz e Thiago Barros iniciaram, há duas semanas, o Ateliê Aberto a fim de promover encontros gratuitos de artistas visuais, performers e poetas com o público. O projeto será realizado a cada quinzena, sempre às quartas-feiras, quando o sino do Outeiro da Glória bater às 18h.

Mariana KaufmanNo dia 5 de abril, Mariana Kaufman (foto) participará do evento com o seu “Fantasma do Intendente” e Felipe Braga, com o “Viagem de Trabalho”. Ambos foram desenvolvidos na residência artística que Mariana e Felipe fizeram no Largo Residências, em janeiro último. A dupla concebeu e apresentou as criações no Largo do Intendente, um bairro no Centro de Lisboa, Portugal, repleto de imigrantes e pessoas de todas as origens, classes, identidades e histórias. Eles vão conversar com a pesquisadora Raquel Rodrigues.

E, no dia 19, será a vez de conhecer a obra e/ou trocar uma ideia com a fotógrafa premiada, documentarista e ativista Barbara Veiga na palestra “Quando a ativista vira artista”. Barbara já trabalhou em mais de 80 países da América Latina, Ásia, Europa e Oceania, muitas vezes em parceria com organizações mundiais, como Greenpeace, Sea Shepherd e Avaaz. A artista carioca já publicou as suas fotos em veículos como The Guardian, The Los Angeles Times e Vanity Fair, entre outros,  e terá muito o que contar e mostrar à plateia.

“Pensamos em criar no nosso espaço um momento para surpreender e ser surpreendido, para ver, mostrar, trocar e viver a arte em todas as suas formas”, provoca Thiago Barros. O Ateliê Aberto foi inaugurado em março, com Larissa Melo e Victor Naine na palestra ‘Linguagem: entre a fotografia e o cinema’. Na outra quarta foi a vez do Marcos Prado exibir e conversar sobre o seu filme ‘Curumim’, a respeito da vida de Marco ‘Curumim’ Archer, o primeiro brasileiro executado por tráfico de drogas no mundo.

Mais do que um espaço de concreto
De vento em popa em seus propósitos, o Ateliê Oriente vem atuando como um ateliê e hub de fotografia desde 2010. A fim de expandir e, ao mesmo tempo, resgatar o projeto original de ser também um lugar de ensino e uma galeria de arte, o empreendimento mudou-se há oito meses para um espaço privilegiado em um prédio de 1925, na Glória, bairro de fácil acesso que liga o Centro à Zona Sul do Rio de Janeiro.

Ateliê Oriente

“A ideia é criar possibilidades para os alunos ampliarem os seus conhecimentos técnicos e, ao mesmo tempo, refletirem sobre a fotografia, dando consistência para o desenvolvimento de trabalhos pessoais”, estima Kitty Paranaguá, autora da foto acima, conceituando os planos de expansão da iniciativa.

O Oriente quer ser mais do que um espaço de concreto, que realiza workshops, imersões, debates, ampliações e mostras sobre a fotografia contemporânea. “Cada vez mais queremos lançar convocatórias e fazer residências em eventos do ramo, como o Paraty em Foco. Quem quiser ficar por dentro, deve acompanhar as nossas redes sociais”, dispara Paulo Marcos.

Profissionais, amadores e interessados pelo mundo fantástico dos diafragmas e obturadores têm um leque de atividades disponível o tempo todo no Ateliê, já conhecido ponto de difusão da fotografia na cidade. Assim que você entra, uma surpresa salta aos olhos: A Galeria Oriente, pensada para aproximar os artistas dos colecionadores e atrair e formar público para a nossa arte, sob os cuidados das jornalistas, produtoras e marchant, Ana Luiza Prudente, Mônica Angeleas e Adriana Braga.

O endereço é Rua do Russel, 300 / 401, na Glória. Para saber mais, visite o site www.atelieoriente.com e, se pintar alguma dúvida, ligue para (21) 3495.3800 que alguém da equipe vai atender e explicar tudo. Vale destacar que o Ateliê Aberto é gratuito e sujeito à lotação.

fev
17

A cantora e compositora brasiliense Ellen Oléria convida Nazaré Pereira e Lazzo Matumbi para duas noites de muita folia, em 27 e 28 de fevereiro (segunda e terça-feira de Carnaval), às 18h, no Sesc Pinheiros, no show “De Brasília Pará Bahia”. O nome remete às cidades natais dos artistas, brincando com a sonoridade que resultou essa união. No palco, a anfitriã recebe essas duas potências da nossa música popular: a paraense Nazaré e o baiano Lazzo. Ingressos a R$ 50.

ellen oléria
Ellen Oléria (voz e violão, em foto de Karina Zambrana) incluiu no repertório composições próprias que dialogam com os universos da dupla. O público pode esperar pelos seus grooves característicos, interpretados pela banda que a acompanha sob a direção musical de Júnior Meirelles (guitarras). São eles: Ed Menezes (contrabaixo), Salomão Soares (teclados), Davi Gomes (bateria), Valentio Menezes e Lieber Rodrigues (percussões).

O roteiro é um bem casado de mais de 20 músicas que transitam sobre os universos dos três cantores e compositores. Estão lá “A nave”, “Mudernage” e “Forró da Olinta” (Ellen Oléria); “Xapuri do Amazonas”, “Lá vou eu” (Nazaré Pereira) e “Maculelê” (todas de Nazaré Pereira, a última em parceria com Coaty de Oliveira); “Alegria da cidade” (Lazzo Matumbi), “Me abraça, me beija” (parceria com Gileno Felix) e “Olhos de Xangô” (dele com Jorge Portugal).

De compositores que influenciam Ellen, Nazaré e Lazzo há sucessos como “Um canto de afoxé para o Bloco de Ilê” (Caetano Veloso e Moreno Veloso), “Filhos de Gandhi” (Gilberto Gil) e “Canto de Xangô” (Baden Powell e Vinicius de Moraes) e “Taj Mahal” (Jorge Ben), “Quixabeira” (Carlinhos Brown), “Coleur café” (Serge Gainsbourg) e “Anunciação” (Alceu Valença).

Um pouco sobre cada um
Com 15 anos de carreira, prêmios em festivais, cinco álbuns lançados e à frente do programa Plural, que integra a grade da TV Brasil, como uma das apresentadoras, a brasiliense Ellen Oléria está em turnê de lançamento do recente “Afrofuturista” (2016). O disco combina gêneros brasileiros, entre eles o samba, o forró, o carimbó, o afoxé e o maracatu, com os timbres e arranjos contemporâneos que apontam para um encontro urbano de identidades e discurso de protagonismo das comunidades negras no Brasil.

Nascida em Xapuri, no Acre, Nazaré Pereira iniciou na vida artística pelo teatro. Em 1971, se destacou no programa do Flávio Cavalcanti da TV Tupi e ganhou uma viagem a Lisboa, em Portugal. De lá foi para Nancy estudar artes cênicas. Depois, se fixou em outra cidade francesa: Paris, onde ainda vive. Com 12 discos lançados desde 1978, Nazaré defende um repertório fincado em ritmos do Norte e do Nordeste, como boi bumbá, xote, baião e ciranda. Oportunidade de ouro para quem ainda não desbravou a sua música.

O baiano Lazzo Matumbi é dono de uma musicalidade que vai do samba ao jazz, privilegiando soul, reggae e outros batuques de origem africana. Ao longo de uma carreira popular, desde os anos 70, quando estreou como vocalista do Ilê Ayê, amealha sucessos, da linha de “Alegria da cidade”, “Do jeito que seu nego gosta”, “Me abraça, me beija” e “Abolição”. Já cantou com Ellen Oléria em 2015, no show Pérolas Mistas, de Carlinhos Brown. Lazzo segue encantando plateias mundo afora com a sua voz e groove inconfundíveis.

O Sesc Pinheiros (Teatro Paulo Autran) fica na Rua Pais Leme, 195, em Pinheiros, São Paulo. Informações: (11) 3095.9400.

jul
01

mart qinhoJá na terceira edição em Belo Horizonte, o Festival Vozes do Brasil expande suas atividades para fora do berço mineiro e desembarca pela primeira vez no Rio de Janeiro. Em julho, o público do Oi Futuro em Ipanema assistirá a cinco shows inéditos. São eles: Qinho e Mart’nália (dia 1), Ava Rocha e Juliana Perdigão (dia 2), Gustavito e a Bicicleta e Sérgio Santos (dia 3), Thiago Delegado e Marcela Mangabeira (dia 8) e Fernando Temporão e César Lacerda (dia 9). Ingressos a R$ 30.

Idealizado pela produtora Danusa Carvalho em parceria com a jornalista Patrícia Palumbo, criadora do programa de rádio homônimo, o Festival Vozes do Brasil segue promovendo encontros entre artistas mineiros e de fora do estado e agora, amplia a ação para a cena carioca que, desde os tempos do Clube da Esquina, dialoga com a sonoridade mineira.

“A diversidade da música brasileira tem sido a pauta do Vozes do Brasil nesses 18 anos de rádio. No festival a gente segue a mesma linha. Esse ano, com grande destaque para a música de Minas Gerais que está com uma geração muito talentosa espalhada pelo país. E é um festival de encontros, sempre. De estilos e gerações. Estamos felicíssimas de estrear no Rio de Janeiro já com dois finais de semana. É uma alegria levar essa festa de encontros musicais para ares cariocas”, diz a curadora Patrícia Palumbo.

Tanto o programa quanto o festival são reconhecidos como importantes plataformas de circulação para artistas e bandas independentes – e nem tanto. Artistas de peso, como Zélia Duncan, Paulinho Moska e Marina Lima se juntaram aos mais jovens Tiê, Marcelo Jeneci, Karina Buhr, Anelis Assumpção, Flávio Renegado e Mariana Aydar, entre outros, nas duas edições anteriores. Deu tudo tão certo que chegou a hora de crescer.

Mais do que um punhado de shows bacanas, o Vozes do Brasil é uma celebração do momento histórico da música brasileira, realizada através de uma série de encontros, que reúnem artistas tão diversos quanto similares. “Tenho um orgulho muito grande de, além de ser parceira da Patrícia Palumbo, que é uma comunicadora incrível, criar junto parcerias que enaltecem os jovens artistas que dão continuidade ao legado da nossa riquíssima MPB”, diz Danusa Carvalho, da Casulo Cultura.

Neste ano, o festival traz mais uma inovação: a parceria com a recém-inaugurada Rádio Vozes. Com 24 horas por dia de programação via web (www.radiovozes.com) e aplicativo (iOS e Android), a rádio apresenta interatividade e conteúdo de qualidade através da transmissão ao vivo ou da escuta sob demanda, em streaming musical gratuito e podcasts (programas em áudio) que abordam temas como meio ambiente, gastronomia, mobilidade urbana, cotidiano e música para todos os gostos.

PROGRAMAÇÃO

Dia 1 de julho:. Qinho + Mart’nália
O cantor e compositor Qinho tem o seu nome garantido no circuito independente do Rio de Janeiro. Em seus disco atual, “Ímpar” (2015), ele avança em uma nova sonoridade, recheada de notas dissonantes, elementos eletrônicos e letras poéticas, que deslizam do pop ao experimentalismo.

Mart’nália, por sua vez, frequenta desde pequena as rodas de samba de Vila Isabel, Bonsucesso e de Madureira, na companhia do pai, o bamba Martinho da Vila. Foi assim que nasceu a paixão pelo gênero que a acompanha durante a sua carreira, registrada, até então, dez álbuns e quatro DVDs que caíram nas graças do público e da crítica.

Dia 2 de julho:. Ava Rocha + Juliana Perdigão
Ava Rocha é uma das grandes promessas da música brasileira. Com o disco “Ava Patrya Yndia Yracema” (2015), ganhou o prêmio Multishow na categoria Artista Revelacão e a faixa “Você Não Vai Passar”, de própria lavra, venceu na categoria Melhor Hit. Filha de Glauber Rocha, Ava é uma artista multimídia, com passagens pelo teatro e pelo cinema.

No “Álbum Desconhecido” (2102), a cantora, flautista e clarinetista Juliana Perdigão registrou inéditas de compositores da nova geração da canção brasileira. Atualmente vive em São Paulo, atua no Teat(r)o Oficina e se apresenta ao lado da banda Os Kurva em shows cujo repertório passeia, novamente, por autorais e músicas de contemporâneos. Juliana Perdigão e os Kurva se preparam para entrar em estúdio a fim de gravar o segundo disco solo da artista mineira.

Dia 3 de julho:. Gustavito e a Bicicleta + Sérgio Santos
Gustavo Amaral é Gustavito, importante nome da cena musical independente de Belo Horizonte. Como compositor, Gustavito (também multiinstrumentista e arranjador) demonstra um estilo marcado por uma sonoridade refinada, com melodias e harmonias inusitadas, mesclada à influência de ritmos populares como samba-reggae, ijexá e maracatu. Gustavito está lançando “Quilombo Oriental”, disco independente produzido com a banda “A Bicicleta”, que acompanha o compositor há três anos.

Intérprete, violonista e compositor, Sérgio Santos acumula mais de 30 anos de carreira. Só com Paulo César Pinheiro compôs mais de 250 canções, muitas delas foram gravadas por nomes como Leila Pinheiro, Alcione e Dori Caymmi. O mineiro Sérgio lançou oito discos, entre eles o elogiado “Triz”, com Chico Pinheiro e André Mehmari.

Dia 8 de julho:. Thiago Delegado + Marcela Mangabeira
O violonista Thiago Delegado se apresenta em formato quarteto explorando todas as possibilidades do seu sete cordas. No repertório, composições de “Viamundo”, o seu terceiro álbum solo, além de releituras de compositores consagrados.

Reconhecida e elogiada por personalidades como Roberto Menescal, Nelson Motta e Gal Costa, Marcela Mangabeira vem conquistando o seu lugar como cantora e integrante do grupo 4 Cantus. No disco “Colors of Rio” (2013), Marcela combina músicas pop em inglês com arranjos brasileiros.

Dia 9 de julho:. Fernando Temporão + César Lacerda
Dois anos e meio depois da bem-sucedida estreia solo, com o lançamento do elogiado “De Dentro da Gaveta da Alma da Gente” (2013), o cantor carioca Fernando Temporão (foto) aprofunda a investida no pop contemporâneo em “Paraíso” (2016), no qual se firma como um dos compositores mais políticos da sua geração.

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O mineiro César Lacerda passou a sua adolescência em Belo Horizonte e já vive no Rio de Janeiro há alguns anos.  Estreou em disco em “Porquê da voz” (2013), com doze faixas autorais e as participações dos mestres Lenine e Marcos Suzano, por exemplo. O trabalho foi reconhecido pela crítica especializada, o que deixou expectativa para o segundo álbum, “Paralelos & Infinitos” (2015).

FESTIVAL VOZES DO BRASIL NO RIO DE JANEIRO, serviço:

QUANDO: 1, 2 e 3 (sexta, sábado, às 21h, e domingo, às 20h); 8 e 9 (sexta e sábado, às 21h) de julho

ONDE: Teatro Oi Futuro Ipanema – Rua Visconde de Pirajá, 54, em Ipanema. Informações pelo (21) 3131.9333

QUANTO: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para estudantes e maiores de 65 anos)

E MAIS: A casa dispões de 92 lugares e a classificação é livre

maio
30

“As festas juninas são uma tradição no Rio e no Morro da Conceição. Nos anos 1970, a participação popular local era a maior da cidade, conforme registro do Jornal do Brasil de 1974. Alguns moradores ainda fazem os arraiás por lá, mas bem menores, na pracinha da Jogo da Bola”, explica o gestor cultural da Casa Porto, Raphael Vidal.

A ideia do evento  ‘Pois era noite de São João’ é reviver esse clima, nos pés do Morro: nos dias 5, 12, 19 e 26 de junho, das 10h às 22h, no Beco das Sardinhas, reunindo a tradição e o passado da Região Portuária, com brincadeiras, comidas típicas de cozinheiras locais, quadrilhas e trios de forró com a galera da gastronomia e da cerveja especial.

Confira a programação musical:

Dia 5 de junho:.
‘Arraiá da Rua Larga de São Joaquim’ com Forró de Rabeca, DJ Jada e DJ Araripe

Forró de RabecaNo início, os bailes de forró (que tem uma grande influência de danças medievais europeias), eram tocados na rabeca e na viola caipira, tempos depois chegaram a sanfona de oito baixos e o acordeom. Nas festas de interior, ritmos como o coco, xote, baião eram tocados e dançados para celebrar aniversários, casamentos e dias santos. Instrumentos como pandeiro, triangulo, melê e agogô acompanhavam a melodia cantada pela rabeca.

Quem é que vai comandar o “Arraiá da Rua Larga de São Joaquim” na estreia do ‘Pois era noite de São João’.
Ganhou um selinho na barraca do beijo quem disse:
Forró de Rabeca!

E, para melhorar, o DJ Jada e o DJ Araripe vão abrir o nosso arraiá com muito forró, moda de viola, xote e caipira direto dos vinis!

Dia 12 de junho:.
‘Arraiá do Largo de Santa Rita’ com Forró di Muié e DJ DONI

Forró de MuiéO DJ DONI (Bailão do Castelo e Noites Tropicais) é morador do Morro da Conceição e comandará a vitrola no segundo domingo do Pois era noite de São João. Logo depois, o Forró di Muié traz no nome e no trabalho a força do feminino, num repertório dançante colhido dentro das mais diversas raízes: sambas, sembas, cirandas, brasilidades e latinidades, que se juntam e se transformam nos tradicionais xotes, baiões, cocos, e rastapés do baile de forró.

Dia 19 de junho:.
‘Arraiá da Rua da Valinha’ com Trio Pimenteira e DJ Tata Ogan

A DJ Tata Ogan já discotecou nos lançamentos de discos de artistas como Milton Nascimento, Céu, Criolo, Otto, BNegão, Lenine e bandas como Nação Zumbi e Pedro Luís e A Parede. Mas no dia 19 de junho ela vai é discotecar pra gente com o melhor da música caipira no “Pois era noite de São João”. Logo depois, o Trio Pimenteira virá com um repertório ardente, com Luiz Gonzaga, Marinês, Dominguinhos, Genário e por aí vai.

Dia 26 de junho:.
‘Arraiá do pé do Morro do Padre Salsa’ com Zezinho do Acordeon e Quermesse

O último dia do “Pois era noite de São João” no Beco das Sardinhas será mais que especial!

Nascida no Morro da Conceição, a Quermesse começou ocupando a bela ladeira João Homem em dezembro de 2013, com muita música e degustação de incríveis quitutes. As ações do coletivo se expandiram no decorrer desse trajeto e hoje têm a rua Jogo da Bola, também no Morro da Conceição, como foco principal de suas ações. A Quermesse se organiza em 3 braços: Ateliê Cozinha, Ateliê Sonoro e Ateliê Visual. Cada “ateliê” é responsável por um dos espaços de criação onde a Quermesse atua. O coletivo realiza um evento bimestral no Morro da Conceição, no último domingo do mês, quando promove um evento que integra gastronomia, música e artes visuais. Mas, em junho, eles se juntam a nós e esse evento vai ser lá no Beco das Sardinhas!

Para encerrar com chave de ouro, convidamos o Zezinho do Acordeon e os Maiorais do Forró, com seus trinta anos de muito forró tradicional (já gravaram disco com Coroné Narcizinho ou Matuto do Piauí, um dos mais originais poetas nordestinos). Eles prometem um show com Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Nando Cordel, Marinês, Jackson do Pandeiro… Parece que o Beco das Sardinhas vai virar Sertão!

E nos quatro domingos vai rolar:

Roda de Coco do Tambor de Cumba

O coco é uma dança tradicional do Norte/Nordeste surgida na união da cultura negra com os povos indígenas, provavelmente nos quilombos, a partir do ritmo originado da quebra dos cocos. Com a sua dança e música, tornou-se um modo encantado de transmissão e manutenção das tradições populares.

O Tambor de Cumba, grupo de cultura afro-brasileira residente na Região Portuária, comandado por Ana Catão, vai mostrar pra gente que festa junina não é só forró.

Brassagem da Acerva Carioca
Na Idade Média, nas conhecidas feiras medievais (que também deram origem aos nossos arraiás, na mistura de tradições), era comum a fabricação de cervejas caseiras, principalmente por mulheres, opção mais artesanal diante das produzidas – quase que profissionalmente – por monges em seus mosteiros.

E como a gente gosta de cerveja e festa junina, veio o desejo de reproduzir um pouco dessa época, realizando brassagens gratuitas durante o ‘Pois era noite de São João’. E a ACervA Carioca vai realizar o nosso desejo!

A associação de cervejeiros caseiros, que objetiva incentivar o desenvolvimento da cultura da cerveja artesanal, no Rio de Janeiro e em todo o Brasil, promoverá encontros, palestras, cursos, concursos e degustações das mais variadas cervejas, em grande parte produzidas pelos próprios associados.

‘Pois era noite de São João’, serviço
QUANDO: Dias 5, 12, 19 e 26 de junho, domingos, das 10h às 22h

ONDE: Beco das Sardinhas – aos pés do Morro da Conceição (Morro do Padre Salsa), entre a avenida Marechal Floriano (rua Larga de São Joaquim), a rua do Acre (rua da Valinha) e o Largo de Santa Rita.

QUANTO: Grátis

mar
16

ellenDona de uma voz inesquecível, a cantora, compositora e instrumentista Ellen Oléria fará uma apresentação gratuita neste sábado, dia 19, às 19h30, no projeto Vagão Cor de Rosa, realizado pela Escola SESC de Ensino Médio, em Jacarepaguá. Ellen vai relembrar sucessos do seu repertório, clássicos do cancioneiro nacional, de mestres como Milton Nascimento e Alceu Valença, e adiantar algumas músicas do próximo disco, “Afrofuturista”, com lançamento previsto para este semestre.

Com a master na fábrica, “Afrofuturista” faz uma combinação de samba, forró, carimbó, afoxé e maracatu, com timbres e arranjos contemporâneos que apontam para um encontro urbano de identidades. Da poética das ruas, pela linguagem do hip-hop, às performances jazzísticas da banda em cena, o ambiente acústico de Ellen converge modernidade e ancestralidade em arranjos bem esculpidos pelo tempo de dedicação à música.

Radicada em São Paulo, a artista brasiliense vai cantar e tocar guitarra para a plateia carioca da Escola Sesc, acompanhada por Raphael Dantop nos teclados, Douglas Couto no baixo, Valentino Menezes nas percussões e Fernando Chocô na bateria.

QUANDO: 19 de março, sábado, às 19h30

ONDE: Escola Sesc – Av. Ayrton Senna, 5.677, em Jacarepaguá. Informações pelo (21) 3214.7402

QUANTO: A entrada é gratuita, mediante a retirada de senha uma hora antes do espetáculo

ETCÉTERA: 600 lugares

 

mar
14

No próximo dia 17 de março, às 20h, o Roda Bar, recém-inaugurado no Planetário da Gávea, vai estrear as Quintas Musicais no Teatro Maria Clara Machado, com um show em homenagem ao samba e à cidade onde ele nasceu, o Rio de Janeiro. Com Adriana B (voz e percussão), Igor Eça (violão, baixo e vocais), Nando Duarte (violões, bandolim e guitarra) e Fábio Luna (percussão, bateria, flauta e vocais), o show “E o enredo virou MPB” ressaltará toda a musicalidade e a poesia que fica um pouco escondida no andamento (cada vez mais) acelerado dos sambas enredo na Marquês de Sapucaí. Ingressos a R$ 40.

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“O samba enredo narra uma história, muitas vezes com letras primorosas que, com o ritmo das baterias e a plasticidade das alegorias, acabam não sendo as únicas estrelas do desfile. Quero que sejam cantadas e tocadas mais lentamente e com arranjos que destacam as palavras, jogando o foco na poesia dessa história”, explica Igor, idealizador, diretor musical e arranjador do espetáculo.

Ele é filho de um dos gênios do piano brasileiro, o grande Luiz Eça, e está feliz com a receptividade do dono da casa e dos músicos à sua proposta. Adriana B, por exemplo, virá do Recife exclusivamente para participar do show inaugural do Roda Bar. Nando Duarte e Fábio Luna são dois dos melhores e mais requisitados instrumentistas da cena carioca. A coordenação de produção é de Dulce Lobo.

O roteiro traz sambas emblemáticos que todo mundo sabe cantar, como “Das maravilhas do mar, fez-se o esplendor de uma noite”, de Davi Correia e Jorge Macedo (Portela, 1981), “Sonhar não custa nada”, de Paulinho Mocidade, Rico da Viola e Moleque Silveira (Mocidade, 1992), “Caymmi mostra ao mundo o que a Bahia e a Mangueira tem,” de Ivo Meireles, Paulinho e Lula (Mangueira, 1986) e “Domingo”, de Aurinho da Ilha, Ione do nascimento, Adhemar Vinhaes e Waldir da Vala (União da Ilha, 1977).

“Inaugurar essa série com o Igor Eça e a Adriana B é um imenso prazer pra nós do Roda Bar, que somos produtores de música, sobretudo. A ideia inovadora de reler os sambas enredo numa versão MPB é sensacional, inspiradora e de resultado surpreendente. Sejam bem vindos ao nosso projeto e degustem o melhor da musica brasileira”, diz o produtor artístico David Miguel, sócio da Roda de Produção Ilimitada.

Para além de preservar a memória do gênero carioca, um dos objetivos deste show é mostrar como os sambas enredos podem soar bonitos e encantar o público fora do período da folia, mostrando toda a beleza destas tramas que nos emocionam na Avenida há tantos Carnavais.

QUANDO: 17 de março, às 20h

ONDE: Teatro Maria Clara Machado (Padre Leonel Franca, 240, no Planetário da Gávea). Telefone: 3005.4104

QUANTO: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada para estudantes e maiores de 65 anos)

ETCÉTERA: São 130 lugares e a censura é livre

jan
18

up laranjaPara celebrar o seu primeiro quarto de século em atividade e também a sua estreia como um dos Polos Cariocas de Circo – patrocinado pela Prefeitura do Rio, através do Programa Viva o Circo!, da Secretaria Municipal de Cultura –, a Up Leon abre as portas da sua sede, em São Cristóvão, no dia 23 de janeiro, uma sexta-feira, às 20h, para apresentar uma seleção de 25 dos melhores números criados pela companhia nesses 25 anos. A entrada é gratuita!

Mais de 30 artistas circenses se revezam em números de excelência, realizados em solos, duos, trios e coletivos, com malabares, trapézios, acrobacias e monociclos. O Pas de Deux Acrobático, por exemplo, é apresentado por Ana Carolina e Juliano, artistas que iniciaram os seus treinos circenses no Afroreggae, ainda na infância. Há 7 anos, são eles que levam aos palcos do renomado Europa Park esse que é considerado um dos números de maior qualidade técnica da companhia.

Outro momento de destaque é o Happy Jonglage, um número de malabarismo alto astral, no qual quatro virtuosos malabaristas realizam câmbio de claves e passes de forma divertida e ágil ao som chiclete de “Happy”, do americano Pharrell Williams. Já os famosos monociclos da Up Leon, que deram origem à companhia, são reeditados em grande estilo, com 12 monociclos de diversos tamanhos e uma trupe de 15 versáteis artistas que faz um número de equilíbrio e destreza sem igual.

“É emocionante ver o quanto deu certo o caminho inverso que fizemos. No curso natural da vida, a gente se especializa e, só depois, faz carreira no exterior. Com a Up aconteceu justamente o contrário (risos). Éramos quatro cariocas recém formados pela Escola Nacional de Circo e, de imediato, deslanchamos na carreira internacional. Crescemos e nos tornamos adultos no exterior. E, agora, na melhor fase da maturidade, retornamos às nossas origens para brindar esses 25 anos com a nossa gente. Estamos muito, muito felizes!”, exulta Olga Dalsenter, fundadora e produtora executiva da Up Leon.

Up Leon 25 anos

QUANDO: Sexta, 23 de janeiro, às 20h

ONDE: Rua Francisco Eugenio, 94 – São Cristóvão (próximo à Estação da Leopoldina). Informações pelos telefones (21) 3860.5668 | 3241.6299

QUANTO: Gratuito

ETCÉTERA: Censura livre

jan
07

Escolhida para ser um dos quatro Polos Cariocas de Circo, a Up Leon aceitará inscrições, até o dia 14 de janeiro, de artistas e coletivos dispostos a fazer a residência artística na sede da companhia, em São Cristóvão. Neste 2016, a Up Leon completará 25 anos dedicados à arte circense ao redor do mundo. Nos dias 22 e 23 de janeiro, abrirá o seu galpão para celebrar o quarto de século reeditando os melhores números que vêm encantando o público europeu. Os espetáculos serão gratuitos.

malabarismo

Inspirado no modelo semelhante que reavivou a cena circense da França, o programa adaptado pela Secretaria Municipal de Cultura vai capacitar gratuitamente 40 grupos e artistas. Ao fim de seis meses, cada um terá o seu plano de negócios, identidade visual e um espetáculo pronto para rodar o país.

A sede da Up Leon servirá como espaço de ocupação artística para a idealização de espetáculos, números e performances, além do treinamento altamente qualificado em técnicas e habilidades como acrobacias de solo, malabares e equilibrismo em pernas de pau e monociclos. Cada Polo Carioca de Circo deverá transmitir para as novas gerações características e saberes que dominam no universo do picadeiro. Esse intercâmbio pretende favorecer a circulação de ideias e trocas de experiências entre os jovens criadores.

A comissão avaliadora do programa será composta por representantes da Prefeitura, da SMC e da Up Leon. Originalidade, experimentação e qualidade artística estão entre os critérios com peso de decisão para a escolha dos novos residentes, que desenvolverão trabalhos em uma das quatro instituições aceleradoras das artes cênicas no Rio de Janeiro. Os interessados devem se informar sobre a expertise de cada grupo antes de se candidatar. Crescer e Viver, Cia. Off-Sina e Teatro de Anônimo são os outros Polos que formam o programa. O resultado da Up Leon sai até o dia 24 de janeiro.

As inscrições podem ser feitas pessoalmente na sede da companhia (Rua Francisco Eugênio, 94, São Cristóvão, Rio de Janeiro, RJ, CEP 20941-120) ou por Sedex, enviado até às 18h do dia 14 de janeiro de 2016. O envelope deve conter o nome do artista ou coletivo com o formulário preenchido (disponível no site da Up Leon), cópia do RG, comprovante de residência e fotos, vídeos ou materiais que comprovem a atuação dos artistas. O regulamento completo está disponível para consulta no site: www.upleon.com.br

jul
23
Uma das principais companhias de teatros de marionetes do mundo, o grupo tcheco Lokvar, formado em Praga pelos atores e manipuladores Peter Varga, Martin Veliký e Markéta Pellarová Mráziková, desembarca no Rio de Janeiro para uma série de apresentações e oficinas no CCBB Rio, com a participação de atores e manipuladores brasileiros.

Após passagens pelas unidades do CCBB de Brasília, de Belo Horizonte e de São Paulo, será a vez de o público carioca assistir a dois espetáculos infantis nos dias 23, 24, 25 e 26 de julho: o tradicional conto de fadas “João, o Indeciso” e o clássico da literatura internacional “A Pequena Sereia”. A programação inclui ainda uma série de vivências e oficinas para os pequenos.

O teatro de bonecos é uma das mais antigas formas de expressão artística, originada há cerca de três mil anos. Desde então, bonecos, marionetes ou fantoches são os principais protagonistas desta arte e ganham vida e graça por meio da maestria de seus manipuladores. A associação de movimento e sonoridade, que encanta e seduz principalmente o público infantil, está sempre ligada ao entorno histórico, cultural, social, político, econômico, religioso e educativo.

INTERCÂMBIO – Nascido na cidade onde o teatro de marionetes é tradição, Praga, o Lokvar permanecerá um mês no Brasil acompanhado de atores-manipuladores do país que passaram 14 dias com o grupo, na República Tcheca, por meio de um programa de intercâmbio a convite do projeto. Numa importante ação de valorização e estimulo à arte da bonecaria no Brasil, os selecionados, além de participarem dos ensaios dos espetáculos, atuaram em funções específicas para as temporadas no Brasil, como adaptação do texto e criação de metodologias para oficinas infantis.

No espetáculo, os atores brasileiros atuarão ao lado dos integrantes do Lokvar, em todas as sessões de “João, o Indeciso”, além de terem gravado em estúdio as falas das personagens de “A Pequena Sereia”. Integram a equipe brasileira nesta empreitada os atoresLiz Schrickte, de Belo Horizonte, Thaísa Violante, do Rio de Janeiro, Vitor Amato, de São Paulo, e Vitor Borysow, de Brasília.

Ao todo, a turnê pelo Brasil do grupo Lokvar apresentará 32 sessões de “João, o Indeciso”, 16 de “A Pequena Sereia” e mais oito oficinas de criação e manipulação de bonecos para 160 crianças.

VIVÊNCIAS – Após cada uma das sessões, os atores-manipuladores recebem a plateia para uma breve vivência com o teatro de bonecos. Será uma oportunidade para a criançada conhecer os atores e os bonecos mais de perto, tirar fotos e esclarecer curiosidades sobre a manipulação.

A reconhecida habilidade dos atores-manipuladores do Lokvar teve início na escola na Faculdade de Teatro da Academia de Artes Performáticas de Praga (DAMU), instituição que, desde a fundação, vem fortalecendo a tradição do teatro de animação em Praga. Soma-se ao reconhecimento de suas qualidades, enquanto bonequeiros, serem colaboradores de outros grupos como os Teatros Dejvické, Minor e V Dlouhé.

PROGRAMAÇÃO

JOÃO, O INDECISO
Quinta e sexta-feira, 23 e 24 de julho, às 11h e às 15h; e sábado e domingo, 25 e 26 de julho, às 10h30, no Teatro 2Em “João, o Indeciso”, a história começa na aconchegante sala da casa do João e termina em uma cerimônia de casamento. Preguiçoso, será que ele consegue sair, lutar com dragões, bandidos e demônios para, afinal, encontrar a noiva certa? Num emaranhado de perguntas e desafios, o público é convidado a ajudá-lo. Baseada em um conto de fadas tradicional, a história apresenta um João, carinhosamente chamado de Joãozinho, que é indeciso, mas de bobo não tem nada. As situações pelas quais ele tem que passar são difíceis demais para resolver sozinho. Somente com a ajuda da plateia ele conseguirá decidir qual rumo dar à história.

A PEQUENA SEREIA
Quinta a domingo, de 23 a 26 de julho, às 17h, no Teatro 2
“A Pequena Sereia” é um espetáculo de marionetes interativo inspirado na história de Hans Christian Andersen. A trama tem início em um restaurante vazio, onde entra uma jovem, que se senta e abre seu (um em vez de seu) livro. Para o garçom, que não tem outros clientes para atender, é um passatempo bem-vindo num dia lento e sem muito o que fazer. A mulher, que foi lá para ler, se incomoda com a atenção recebida. Até que a insistência e a simpatia do garçom a convencem e os dois começam a ler juntos o conto “A Pequena Sereia”. Ambos se encantam pela história, que os leva de volta à infância. O garçom a apresenta outro conto, sobre saudade, dedicação e amor, com fantoches, e ela o ajuda a encenar. Aos poucos, todo o restaurante se transforma em cenário para uma fantasia subaquática da pequena sereia. Durante a brincadeira, o garçom e a jovem se apaixonam, criando assim uma nova narrativa, “A Pequena Sereia e seu Príncipe”.

OFICINA “CRIAÇÃO E MANIPULAÇÃO DE BONECOS”
Dias 25 e 26 de julho, das 11h30 às 12h10
Uma aula lúdica e divertida para a criançada. Os integrantes do grupo, acompanhados de monitor, treinado e também bonequeiro, conduzirão a meninada na criação de bonecos de papel inspirados em personagens dos espetáculos “João, o Indeciso”, “A Princesa Mariazinha, o Dragão e o Diabinho”. A ideia é brincar e fazer arte – recortar, colorir e criar. São 20 vagas gratuitas para crianças a partir de 5 anos e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail: lokvarbrasil@gmail.com

O CCBB Rio fica na Rua Primeira de Março, 66, no Centro do Rio de Janeiro. 

 

Monica Ramalho

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